Um blag, contendo poesias sinceras deste que vos fala e outras "criações" e junções feitas com toda inspiração (alegria + tristeza) dos amores que vivi e das pessoas que escreveram sua página no meu livro da vida. Obrigado e Volte sempre que puder (Aceita uma xícara de café?)
terça-feira, 31 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Doce Confusão
No seu labirinto, se perdeu
Sem encontrar uma saída
Nem, ao menos a partida
Encontra-te, seu destino é o meu
Seu reflexo é embaçado
Mas consigo te ver
Sob o olhar do seu ser
Minha, eterna amada
Preciso ser paciente
Mais paciente que meu coração
Que sonha ardentemente
Viver essa estranha paixão.
Sem encontrar uma saída
Nem, ao menos a partida
Encontra-te, seu destino é o meu
Seu reflexo é embaçado
Mas consigo te ver
Sob o olhar do seu ser
Minha, eterna amada
Preciso ser paciente
Mais paciente que meu coração
Que sonha ardentemente
Viver essa estranha paixão.
segunda-feira, 16 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
De Volta (pergunta)
Por mais que espero resposta
Sobre o que não perguntei
Sob o que te falei
Na verdade disposta
A mesa
Sou reflexo e estímulo
Preciso do que te dou
Não somente gratidão
Deste amor sem razão
Não cobro, mas peço
Enquanto só amanheço
Ecos que voltam diferentes
De forma sutilmente
A me regar
Sobre o que não perguntei
Sob o que te falei
Na verdade disposta
A mesa
Sou reflexo e estímulo
Preciso do que te dou
Não somente gratidão
Deste amor sem razão
Não cobro, mas peço
Enquanto só amanheço
Ecos que voltam diferentes
De forma sutilmente
A me regar
quarta-feira, 11 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Sem Reflexo
Sinto te perder
Em cada conversa
De palavras a doer
Quem não teve pressa
A pressa de vencer
O jogo sem derrotas
E feridas impostas
Pela distância
Pela ância de rever
Aquilo que foi sem ser
Amou sem querer
Frieza inesperada
Dissimulada em palavras de afeto
Sinto me perder
Em cada gesto solto
Sem resposta, inevitavel morto
Reflexo torto
Num triste fim
Em cada conversa
De palavras a doer
Quem não teve pressa
A pressa de vencer
O jogo sem derrotas
E feridas impostas
Pela distância
Pela ância de rever
Aquilo que foi sem ser
Amou sem querer
Frieza inesperada
Dissimulada em palavras de afeto
Sinto me perder
Em cada gesto solto
Sem resposta, inevitavel morto
Reflexo torto
Num triste fim
quarta-feira, 4 de março de 2009
Ponto
Procuro seu cheiro em meus lençóis
Numa noite sem nada, após
Ver o sol morrer e nascer
Sem me dizer por quê
E quem disse que quero saber
Respirar ilusão
Viver com o coração
Que só quis sofrer
E jamais querer
Quem sempre me quer
Ora, que horas a vida chega
Chegando a parar
No próximo ponto
Aponto de chorar
Por um amor que não nasceu
Fruto de ...
Uma árvore que já nasceu
Numa noite sem nada, após
Ver o sol morrer e nascer
Sem me dizer por quê
E quem disse que quero saber
Respirar ilusão
Viver com o coração
Que só quis sofrer
E jamais querer
Quem sempre me quer
Ora, que horas a vida chega
Chegando a parar
No próximo ponto
Aponto de chorar
Por um amor que não nasceu
Fruto de ...
Uma árvore que já nasceu
segunda-feira, 2 de março de 2009
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