Um blag, contendo poesias sinceras deste que vos fala e outras "criações" e junções feitas com toda inspiração (alegria + tristeza) dos amores que vivi e das pessoas que escreveram sua página no meu livro da vida. Obrigado e Volte sempre que puder (Aceita uma xícara de café?)


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Lição de uma viagem


"Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia"
Simplicidade - Pato Fu

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Minado...

Na falta de razão, motivo ou porquês
Sem raiva e amor a tomar conta do ser
Vivente que vive nas entrelinhas
Vazios que me enchem, esvaziam
Riso por mera formalidade
Amar? Só por probabilidade
Sem risco e mossas
Sem sofrer, não há forças
Nem alegrias
Apenar por ser, ser minando
Minado

sábado, 20 de agosto de 2011

Catavento


Suave serena brisa
Não mais abriga
Nem aprisiona
Só pressiona

A vinda do sopro
Flutuando pedido,"socorro!"
Segue ecoando
Infinito, sigo escutando

Como um furacão
Destruindo todo, coração
Reerguer, te construir
Somente sorrir

Vem e me cata, catavento
Cata e leva todo sofrimento
Vem e me cata, catavento
Cata e faz de agora nosso momento

Sinceridada

Quero estar com você cada instante
Desejo incessante
De voltar a ter você
De voltar a ter e crer

Que voltaremos
Que jamais seremos
Tudo o que já fomos
E o que seremos
E o que jamais
Nunca esteve escrito

Nem transcrito
Nos poemas que recitei
Nas coisas que falei
Rasgago manuscrito

Sentimento jamais fingido
Outrora foragido
Mas sempre sincero
Ao adeus que sempre espero
Sepultar

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ser que eu quero


Tento, ser sereno
Ser tão sereno quanto você
Quero, ser atirado
Por uma arma letal, sem morrer
Não, ser jogado
No jogo que não vou vencer
Sim, ser amado
Difícil conseguir corresponder
Sou, ser bandido
Roubando sonhos de quem aparecer
Consigo, ser fugido
Fugindo de amores, sozinho manter
Sonho, ser escrito
Dizer em versos, falso conhecer

Vem ser, ser sereno
Ser atirado, ser jogado
Ser amado, ser bandido
Ser fugido, ser escrito
Vem moça, ser meu ser

domingo, 14 de agosto de 2011

Acostado


Na mesma linha
Fina aonde a gente caminha
Aonde perdemos sonhos
E tudo aquilo que já esquecemos

Esperar a luz no fim do túnel,é clichê
Sentar no acostamento, esperar você
Já me cansou
Mesmo depois que tudo passou
Só você, aqui dentro, ficou

Ainda, mas mesmo sem você seguirei
Quando? Ainda não sei
Mas deixe-me aqui calado
Sem ninguém para o desabafo

Só na loucura que me consta
Nas futilidades que encontra
Estas pessoas desinteressantes
Apenar riu, sinceramente
Não me fazem querer seguir

Na mesma linha
Fina aonde a gente caminha
Aonde só caminho
Aonde só sozinho


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Inversidão


Ao som do disco de Raul
Desoriento-me em contramão
Em vias de um só
Minha bússola aponta pro sul

Buscando ao lado
Aquilo que há aqui dentro
Achando perguntas
Para minhas respostas

Apego e desapego ao que me interessa
O que não me interessa
Faço deste meu rio
Que vem do mar sem desvio

Rio sem braço
Seco e congelado
Escondendo na claridade
Saindo na escuridão calada

Sou verso, verso do inverso
Era verão, era inverno
Extremidade sem consequências
Perdendo-me na própria consciência

terça-feira, 9 de agosto de 2011

#AdeusMestre

Certa vez recebi um conselho de um grande meste:
"Seja inteligente humilde para ficar rico! Boa sorte e tenha meu apoio! Forte abraço!"

Sérgio Tavares
#AdeusMestre

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Leve Estar


Acordei bonzinho no dia de hoje
Com vontade de desfazer males
Tirar a casca que me protege
Sair de canhões, chegar flores

Pedir o que nunca soube dar
Sem medo de, dessa vez me machucar
Perdão se não soube te amar
Se falsos versos te dei,me fazem odiar

Desculpa se te expus
A uma história que não seduz
Nem deixam marcas
De lugares em que nunca existiram pegadas

Se o telefone tocar
E não souber quem é
É o tal perdão, que se não te tocar

Pouco depois que ouvir
Esquece, volte ao instante anterior
Revivendo sua vida a sorrir
Ou não

Mas eu aqui mais leve
Sorrindo sim, volto a ter paz
E ser de novo capaz
Que alguém me leve

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Perdão, não sei faze-lo


Sou um homem frio, quando quero
Nem sou aquilo que espero
Coração pesado,
Por muitas calejado

Aprendeu a não perdoar
Mais rápido a desamar
A ignorar também
E também, e também, esquecer todo bem

Entre todos e tudo.
Não me peça pra mudar
Sou assim, esse é meu mundo
Favor, se mudar