Um blag, contendo poesias sinceras deste que vos fala e outras "criações" e junções feitas com toda inspiração (alegria + tristeza) dos amores que vivi e das pessoas que escreveram sua página no meu livro da vida. Obrigado e Volte sempre que puder (Aceita uma xícara de café?)


domingo, 30 de setembro de 2007

Poema do Poeta

O óbvio Não está presente
Nos versos e rimas que escrevo
As palvras de vida, eu percebo
Sempre que não estou ausente

A caneta chama o papel
para palavras transcrever
Sentimentos sem um ser
carregado pelo amargo fel

Amores foram transcritos
De belo a esquesitos
E a folha foi obrigada a receber
No punho, coração

Na ponta da caneta sentimento
Um instante, um momento
Da mais nobre solidão

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Um pouco de Etc... pra relaxar

Bem no fim da história
Mora um rei que vendeu amor
E comprou o mundo
Só faltava comprar o Sol
(Gram - O rei do Sol)

Primeira Parceria

Nesta manhã de quarta-feira o blag Poemas e Etc... acabou de firmar uma parceria com o excelente blog Certeza da Incerteza...
Espero sinceramente que esta parceria seja boa para ambas as partes!
Obrigado pela atenção!

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Amor/Desamor/Dor

Se este amor maltratou
Maltratou a mim também
Que não sobe querer bem
Quem um dia me amou

Não bato a sua porta pra pedir perdão
Errei, culpe a mim, meu coração
Que entre o norte e sul
Não escolheu nenhuma direção

Seria demais pedi uma chance
Ou que apague o que aconteceu

Não foi desamor
Foi sim o medo da dor
Se assim quer, e esqueça
Mas preste atenção, o amor é imotal

sábado, 22 de setembro de 2007

Os Sentimentos de um homem só

Vivi para mim
O Silêncio me acompanha
Nas estrada, no fim
Sem nunca ter me achado

Meus amigos e meus amores desconhecem
Talvez nem eu saiba
O que no meu coração tem

Não sou quem eu era
E não era quem eu queria
Nem se quer sentia

Não berrarei meus sentimentos
Sempre assim os fiz
Escreverei estes versos
Contarei a ninguém

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Livro do Tempo

Meu tempo se foi
Não posso concertar o que fiz
Faz de conta que não foi
Errei, perdi a vez

A chance de encontrar meu alguém
Perdeu-se nas folhas do livro
Por isso sofro
Vivendo por ninguém

Quero gritar meu silêncio
Sem derramar meu pranto
Apagou-se o encanto

O que me resta?
Transcrever o que vivi
Sem nenhuma festa
Eu já morri

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Indireta? ou direta?

"Se você não quiser
Me viro como der
Mas se quiser me diga, por favor
Pois se você quiser
Me viro como for
Para que seja bom como já é"
(Arnaldo Antunes - Pedido de Casamento)

Tarde demais

Foi-se lágrimas, rios
Seres nobres, gestos frios
Mares de Ilusão
Foi um bem dizendo não

As escolhas perderam as cores
O amor não estava lá
Agora é tarde pra voltar
Já não há flores

Só restaram cinzas
Cinzas de um amor que não foi
Tudo deixado para o depois

Guarde estes versos para depois
Que não chegará
Para me tirar o escuro

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Dia Muito especial

Hoje 06/10/2007, em meu local de trabalho, resolvi escrever este post! (Tava cheio de coisas pra fazer...)
Voltando ao post, aproveitando meu tempo livre remunerado, venho a todos comunicar que a data de hoje tem um valor muito especial para mim, como brasileiro é véspera de feriado, e melhor ainda feriado sexta-feira! Até me considero nacionalista, porém não vejo razões para comemorar a data de amanhã! Desculpa me desviei do assunto do post, mais uma vez, prometo que isso não voltará a ocorrer. Gostaria de externar todo o meu sentimento de alegria ao realizar uma descoberta (ao som de Nando Reis - Luz dos Olhos) sou capaz de amar, não amar quem me ama e sim amar quem já me amou (ou não). Fiquei feliz e supreso com tal descoberta... gostaria de poder agradecer a pessoa que me fez perceber, porém não posso mais (como se um dia eu pudesse).
Obrigado a quem leu até aqui
E só pra constar
Flamengo 4 x 0 Fiqueirense
"Alegria de ser Rubro-Negro"

sábado, 1 de setembro de 2007

Poeta de uma vida

Não viverei a escrever meus amores
E todos os desabores
Cantigas de paz para guerra
Nunca fui quem eu era

Vivo vivendo o meu mundo
Sem importar, o segundo
Já que a folha é infinita
Mas a caneta maldita... não

Muitos me julgam doido
Não me importo nada
Também assim os julgo
Por não entenderem o nada

Minhas rimas me abandonaram
Ao sabor do sentimento
Que partem como vento
Nos desvairados corações